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Prótese de Joelho: Entenda as Diferenças entre a Total e a Parcial

A dor no joelho pode transformar tarefas simples — como caminhar, subir escadas ou levantar da cadeira — em um grande desafio. Em muitos casos, o problema está relacionado ao desgaste da cartilagem (artrose) ou a sequelas de lesões antigas que comprometem a mobilidade e a qualidade de vida. Quando tratamentos conservadores (medicação, infiltrações, fisioterapia, perda de peso) deixam de trazer alívio suficiente, a prótese de joelho surge como opção segura e eficaz.

Antes de detalhar os tipos de prótese e quando ela é indicada, vale reforçar um ponto importante: em muitos casos, ainda existe espaço para melhora com estratégias não cirúrgicas bem direcionadas.

Antes de pensar em cirurgia: vale explorar as opções não cirúrgicas
Nem todo joelho com desgaste precisa de prótese imediatamente. Em muitos casos, é possível controlar a dor, melhorar a função e ganhar qualidade de vida com um plano bem indicado de tratamento não cirúrgico, ajustado ao seu tipo de artrose, ao seu alinhamento e ao seu nível de atividade. O ponto-chave é não “atirar para todos os lados”: quando a estratégia é personalizada, os resultados tendem a ser muito melhores — e, para muita gente, isso significa adiar a cirurgia por anos ou até mesmo não precisar operar.
Se você quer entender quais alternativas fazem sentido no seu caso, o ideal é passar por uma avaliação com o Dr. Otávio para montar um plano completo.

Anatomia e função do joelho

O joelho é uma articulação que conecta o fêmur (coxa) à tíbia (perna) e interage com a patela (rótula). Seu bom funcionamento depende do equilíbrio entre várias estruturas:

  • Cartilagem articular: tecido liso que reveste as superfícies ósseas e permite o movimento sem atrito.
  • Meniscos (medial e lateral): “amortecedores” que distribuem a carga e protegem a cartilagem.
  • Ligamentos (cruzados e colaterais): estabilizam o joelho.
  • Compartimentos do joelho: medial (parte interna), lateral (parte externa) e patelofemoral (entre patela e fêmur).

Quando a cartilagem se desgasta, o osso fica exposto e o atrito aumenta, gerando dor, rigidez, inchaço e limitação de movimento. Deformidades do eixo da perna (como varo — “perna de arquear” — ou valgo — “perna em X”) podem acelerar o desgaste em um ou mais compartimentos. Entender quais áreas estão comprometidas é essencial para definir o melhor tratamento — inclusive o tipo de prótese, quando indicada.

O que é prótese de joelho (artroplastia)

A artroplastia de joelho é uma cirurgia que substitui as superfícies danificadas da articulação por implantes (componentes metálicos e um plástico especial chamado polietileno). O objetivo é aliviar a dor, corrigir deformidades e restaurar a função para que o paciente retome atividades do dia a dia com mais conforto e segurança.

Quando a prótese é considerada?

  • Dor e limitação persistentes, apesar de tratamento conservador adequado.
  • Artrose ou desgaste avançado em um ou mais compartimentos do joelho.
  • Impacto significativo na qualidade de vida (dificuldade para caminhar, trabalhar, praticar atividades de lazer).
  • Alinhamento do membro e estabilidade ligamentar avaliados pelo especialista, além de exames de imagem (raio-X, eventualmente ressonância).

Importante: a decisão é individualizada. O especialista analisa idade, nível de atividade, comorbidades e expectativas do paciente para definir a melhor estratégia.

Justamente por essa decisão ser individual, muitos pacientes se beneficiam de uma etapa anterior bem conduzida: um plano não cirúrgico feito sob medida, com metas claras de dor e função.

Por que considerar primeiro um caminho não cirúrgico (quando é possível)
A prótese de joelho é uma excelente solução quando a dor e a limitação já não respondem ao tratamento conservador. Mas existe um passo importante antes de chegar lá: uma avaliação cuidadosa para identificar se ainda há espaço para melhora com abordagens não cirúrgicas.

Muita gente chega ao consultório achando que “se é artrose, a única saída é operar”. Nem sempre. Em especial quando ainda existe preservação parcial da articulação (ou quando a dor está muito relacionada a inflamação, fraqueza muscular, sobrecarga e biomecânica), um plano conservador bem feito pode reduzir sintomas, melhorar a marcha, aumentar força e devolver autonomia.


O diferencial está em escolher a combinação certa para o seu perfil: controle de carga e peso, fisioterapia com foco em força e alinhamento, ajustes de atividade, medicações quando indicadas e infiltrações/terapias intra-articulares selecionadas com critério — sempre com acompanhamento e metas claras (dor, função e retorno às atividades).


Se você quer buscar a melhor alternativa sem operar, o primeiro passo é mapear com precisão o padrão do seu desgaste e as causas da dor. É isso que permite indicar o tratamento mais eficaz para o seu caso.

Tipos de prótese

Prótese total de joelho
Substitui as três superfícies articulares (compartimentos medial, lateral e patelofemoral). É a escolha mais comum quando o desgaste é difuso ou há deformidades importantes.

Prótese parcial de joelho (unicompartimental)
Troca apenas o compartimento danificado (geralmente o medial, às vezes o lateral ou o patelofemoral), preservando o restante da articulação e os ligamentos. Indica-se quando o desgaste é localizado, a estabilidade ligamentar está preservada e o alinhamento permite o bom funcionamento do joelho.

Componentes e materiais (em linhas gerais)

  • Componente femoral (metal) e tibial (metal), separados por um inserto de polietileno (o “novo amortecedor”).
  • Em alguns casos, há componente para a patela.
  • Os materiais são projetados para resistência, estabilidade e deslizamento suave, buscando imitar o movimento natural do joelho.

O que o paciente pode esperar

  • Alívio expressivo da dor e melhora funcional na grande maioria dos casos.
  • Reabilitação é parte fundamental do sucesso: fisioterapia orientada, fortalecimento e treino de marcha.
  • Durabilidade do implante varia conforme fatores como peso, nível de atividade e técnica cirúrgica, mas muitos pacientes permanecem bem por vários anos.

Aviso: toda cirurgia envolve riscos (como infecção, trombose e rigidez). A avaliação pré-operatória e o acompanhamento próximo com o especialista reduzem esses riscos e ajudam a alinhar expectativas realistas.

Prótese total de joelho

A prótese total de joelho (artroplastia total) substitui as três superfícies da articulação — compartimentos medial, lateral e patelofemoral. É indicada quando o desgaste é difuso ou há deformidades importantes que comprometem o alinhamento e a função, após falha do tratamento conservador.

Como é a cirurgia (em linhas gerais)

  • Acesso e preparo ósseo: remoção das superfícies danificadas do fêmur, tíbia (e, em alguns casos, patela).
  • Implantes: componentes femoral e tibial metálicos com inserto de polietileno entre eles (o “amortecedor”); pode haver componente patelar.
  • Estabilidade e alinhamento: correção de varo/valgo e balanceamento ligamentar para favorecer movimento estável e indolor.
  • Duração/anestesia: procedimento hospitalar, com anestesia (geralmente raquidiana ou geral), equipe especializada e protocolos de segurança.

Recuperação e resultados esperados

  • Pós-operatório imediato: mobilização precoce, apoio com andador/muletas conforme orientação.
  • Fisioterapia: essencial para ganho de amplitude de movimento, força e marcha.
  • Dor e função: a maioria dos pacientes experimenta grande alívio da dor e melhora funcional significativa.
  • Atividades: retorno gradual às rotinas; recomenda-se baixo impacto (caminhada, bicicleta, natação).
  • Riscos gerais: infecção, trombose, rigidez, soltura do implante — mitigados com técnica adequada e seguimento próximo.

Vantagens e limites

Vantagens

  • Trata o desgaste global do joelho.
  • Alta taxa de alívio da dor e melhora de função.
  • Corrige deformidades e melhora o alinhamento.

Limites

  • Cirurgia maior, com recuperação mais lenta que a parcial.
  • Possível limitação para esportes de alto impacto.
  • Como qualquer implante, pode haver desgaste ao longo dos anos.

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Prótese parcial de joelho (unicompartimental)

A prótese parcial substitui apenas o compartimento doente (geralmente o medial; em alguns casos, lateral ou patelofemoral), preservando estruturas saudáveis e os ligamentos. É indicada quando o desgaste é localizado, há estabilidade ligamentar e o alinhamento permite bom funcionamento.

Como é a cirurgia

  • Acesso menor e menor ressecção óssea comparados à total.
  • Substituição das superfícies somente do compartimento acometido, mantendo o restante do joelho.
  • Preserva a cinemática mais próxima do natural, já que ligamentos e compartimentos íntegros são mantidos.

Recuperação e resultados esperados

  • Recuperação geralmente mais rápida: menos dor e inchaço iniciais.
  • Reabilitação focada: ganho de mobilidade e força com retorno precoce às atividades do dia a dia.
  • Sensação mais “natural” do joelho para muitos pacientes.
  • Riscos: semelhantes aos da artroplastia total, porém com incidência geralmente menor; atenção à progressão do desgaste nos compartimentos não substituídos.

Vantagens e limites

Vantagens

  • Menos invasiva e com retorno mais rápido.
  • Preserva mais tecido ósseo e ligamentos.
  • Sensação funcional muitas vezes mais próxima do joelho nativo.

Limites

  • Não é para todos: requer desgaste restrito a um compartimento e bom alinhamento/estabilidade.
  • Pode haver progressão da artrose em áreas não tratadas, exigindo revisão ou conversão para prótese total no futuro.

Antes de comparar prótese total e parcial, é útil entender quando vale insistir em alternativas não cirúrgicas — e quais fatores fazem essa estratégia funcionar melhor.

Tratamento não cirúrgico: quando vale tentar antes da prótese

A prótese de joelho é segura e extremamente eficaz quando o desgaste é avançado e a dor limita a vida mesmo após tentativas de tratamento conservador. Mas é importante saber que muitos pacientes têm margem real de melhora sem cirurgia, principalmente quando o objetivo é reduzir dor, recuperar função e voltar a caminhar melhor — mesmo convivendo com algum grau de artrose.

O que frequentemente muda o jogo é trocar tentativas isoladas por um plano estruturado e individualizado, que considere:

  • Qual compartimento está doente (medial, lateral, patelofemoral) e o grau do desgaste;

  • Como está o eixo da perna (varo/valgo) e a distribuição de carga no joelho;

  • Estabilidade ligamentar, força muscular e padrão de marcha;

  • Seu peso, rotina, profissão e metas (trabalho, lazer, esporte, qualidade de vida).

Em vez de “empurrar com a barriga”, a proposta do tratamento não cirúrgico bem conduzido é simples: diminuir dor e inflamação, aumentar força e controle do movimento e reduzir sobrecarga no compartimento afetado. Na prática, isso pode envolver uma combinação de estratégias como fisioterapia direcionada (força de quadríceps, glúteos e core), reeducação de marcha, ajustes de atividade, controle de peso, medicações quando necessárias e opções de infiltração/terapias intra-articulares selecionadas de acordo com o seu quadro.

O ganho aqui é duplo: além de aliviar sintomas, um bom plano conservador pode adiar a necessidade de cirurgia e, em muitos casos, permitir que o paciente retome atividades do dia a dia com muito mais conforto — com acompanhamento e revisões para ajustar a estratégia ao longo do tempo.

Se você quer buscar uma opção não cirúrgica antes de decidir por uma prótese, o melhor caminho é uma avaliação completa com o ortopedista especialista em joelho. O Dr. Otávio oferece diferentes abordagens e pode orientar, com clareza, qual delas faz mais sentido para o seu caso — e em que cenário a cirurgia realmente passa a ser a melhor escolha.

Como escolher entre prótese total ou parcial

A decisão é individualizada e feita em conjunto entre paciente e ortopedista especialista em joelho após avaliação clínica detalhada e exames de imagem.

Fatores que pesam na decisão

  • Extensão do desgaste:

     

    • Difuso → tende a indicar prótese total.
    • Localizado (um compartimento) → considerar parcial.
  • Alinhamento e estabilidade: deformidades importantes (varo/valgo) e instabilidade ligamentar favorecem total; alinhamento preservado e ligamentos íntegros favorecem parcial.
  • Idade, nível de atividade e expectativas: pacientes muito ativos podem exigir conversa franca sobre limites pós-cirúrgicos e durabilidade do implante.
  • Comorbidades e qualidade óssea: influenciam risco cirúrgico e planejamento da fixação do implante.
  • Histórico de tratamentos prévios: resposta insuficiente a medidas conservadoras reforça indicação cirúrgica.

O papel do especialista

  • Mapear o padrão de artrose (compartimentos, alinhamento, meniscos, ligamentos).
  • Explicar cenários reais de recuperação, retorno às atividades e risco de complicações.
  • Alinhar expectativas: tipo de prótese, tempo de reabilitação, limitações e metas funcionais.
  • Planejamento personalizado: seleção do implante e técnica cirúrgica mais adequados ao perfil do paciente.

Em resumo: desgaste extenso e difuso costuma indicar prótese total; desgaste focal e bem delimitado, em joelho estável e bem alinhado, pode se beneficiar da prótese parcial. A melhor escolha surge da avaliação individual e do planejamento conduzidos por um especialista.

Cuidados pré e pós-operatórios

A preparação e o pós-operatório influenciam diretamente o resultado da prótese de joelho. Antes da cirurgia, o objetivo é otimizar sua saúde, alinhar expectativas e organizar a rotina para um retorno seguro para casa. Depois, o foco passa a ser controle da dor, mobilização precoce e fisioterapia estruturada para recuperar movimento e força com segurança.

Antes da cirurgia (preparo)

Nos dias que antecedem o procedimento, o especialista revisa histórico, exames e medicações para reduzir riscos e planejar a técnica. Controlar pressão, diabetes e outras condições crônicas melhora a cicatrização e diminui complicações. Também é recomendado um período de “prehab”: exercícios leves para fortalecer quadríceps, glúteos e core, além de treinar o uso de apoio (andador/muletas) — tudo orientado pela fisioterapia.

Em paralelo, ajustes simples em casa aceleram a autonomia no retorno: retirar tapetes soltos, deixar itens de uso diário à mão e instalar apoios/antiderrapantes no banheiro. Se você fuma, interromper o tabagismo reduz risco de infecção e melhora a cicatrização. A equipe também pode orientar pausas ou trocas de medicamentos como anticoagulantes ou anti-inflamatórios, quando necessário.

Checklist útil (opcional):

  • Exames e risco cirúrgico atualizados.
  • Revisão de medicamentos com ortopedista/anestesia.
  • Prehab iniciado (força, mobilidade, marcha).
  • Casa organizada para reduzir quedas e esforços.
  • Acompanhante definido para os primeiros dias.

Depois da cirurgia (primeiras semanas)

O pós-operatório começa já no hospital, com analgesia multimodal e medidas para controlar inchaço (gelo e elevação). A mobilização costuma iniciar no mesmo dia ou no dia seguinte, de forma progressiva e segura, sempre orientada pela equipe. O objetivo inicial é recuperar a extensão do joelho, ganhar flexão gradualmente e readaptar a marcha.

Controle de dor e edema

Gelo em ciclos, elevação do membro e medicação prescrita mantêm o desconforto sob controle. A dor tende a diminuir conforme a movimentação e a fisioterapia avançam.

Mobilização e fisioterapia

  • Semanas 1–2: foco em extensão completa, flexão inicial, ativação do quadríceps e treino de marcha com apoio.
  • Semanas 3–6: ganho de amplitude, fortalecimento progressivo e equilíbrio; início de escadas conforme liberação.
  • Semanas 6–12: consolidação de força e resistência; retorno ampliado às atividades de baixo impacto (caminhada, bicicleta, natação).

Prevenção de complicações

A deambulação precoce, exercícios de panturrilha e, quando indicado, meias/anticoagulação ajudam a prevenir trombose. O curativo deve permanecer limpo e seco; qualquer sinal de vermelhidão que progride, febre, secreção ou dor desproporcional deve ser comunicado ao médico.

Retorno às atividades

Dirigir, trabalhar e praticar exercícios depende do tipo de prótese, da profissão e da evolução individual. O especialista define as liberações por etapas, alinhando metas realistas de função e segurança.

Em resumo: preparo clínico e físico antes da cirurgia + fisioterapia estruturada e mobilização precoce depois = maior chance de menos dor, melhor movimento e recuperação mais rápida

Perguntas frequentes (FAQ)

A cirurgia dói muito?
Há dor no pós-operatório, controlada com medicações e fisioterapia. O objetivo é substituir a dor crônica incapacitante por um desconforto temporário de recuperação.

Quando vou apoiar o pé e andar?
Em geral, no primeiro dia com apoio e orientação da equipe; o ritmo evolui conforme o tipo de prótese e sua resposta individual.

Vou “apitar” no detector de metais?
É possível. O ortopedista pode fornecer um cartão/relatório explicando a presença da prótese.

Após a prótese, poderei fazer exercícios?
Sim, preferencialmente baixo impacto (caminhada, bicicleta, natação). Esportes de alto impacto devem ser discutidos caso a caso.

Preciso tomar antibiótico antes de tratamento dentário?
Informe seu ortopedista e dentista. Em alguns cenários, pode haver profilaxia; a decisão é individual.

Prótese cimentada ou não cimentada — qual é melhor?
Depende de qualidade óssea, idade e outros fatores. O especialista define a melhor opção para o seu perfil.

E se eu for mais jovem ou muito ativo(a)?
É possível indicar prótese, mas há conversa franca sobre limites, desgaste do implante e expectativa de revisão no futuro.

Quais são os principais riscos?
Infecção, trombose, rigidez e soltura do implante. Protocolos de prevenção, técnica adequada e seguimento próximo reduzem esses riscos.

Conclusão

A prótese de joelho é uma opção segura e eficaz para quem convive com dor e limitação importantes. A escolha entre total e parcial depende do padrão de desgaste, alinhamento, estabilidade ligamentar e dos objetivos do paciente.

Com planejamento individualizado, preparo adequado e fisioterapia bem conduzida, a grande maioria alcança alívio da dor e melhora da função no dia a dia. Se você suspeita que pode ser candidato(a) ao procedimento ou deseja entender qual opção se ajusta melhor ao seu caso, agende uma avaliação com o ortopedista especialista em joelho, Dr. Otávio Melo.

O Autor

Dr. Otávio Melo é médico ortopedista especialista em joelho na cidade de Belo Horizonte. Com uma abordagem que integra tratamentos inovadores e tecnológicos para a saúde ortopédica, atua na prevenção e tratamento de lesões.

Buscando sempre soluções menos invasivas e focadas na recuperação completa dos pacientes, sua experiência em medicina regenerativa é um diferencial para quem busca resultados duradouros.

Curriculum Resumido

  • Medicina – Faculdade de Ciências Médicas – Belo Horizonte – MG
  • Especialização em Cirurgia do Joelho – Sociedade Brasileira de Cirurgia do Joelho
  • Pós Graduação – Dr. Lair Ribeiro
  • Mestrado em Medicina – Santa Casa de Belo Horizonte
  • Doutorado em Saúde Baseada em Evidências (Creditos) – UNIFESP 
  • Medicina Funcional Integrativa – Dr. Victor Sorrentino
  • Clínica da Dor – Hospital das Clínicas da UFMG
  • Medicina Regenerativa – UNICAMP
  • Fellowship em Cirurgia do Joelho – Hôpital de La Croix Rousse – Lyon – França
  • Residência em Ortopedia e Traumatologia – SBOT/MEC – Brasília-DF
  • Técnico em Química – Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais
  • SBOT – Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia
  • SBRATE – Sociedade Brasileira de Artroscopia e Traumatologia do Esporte
  • SBMEE – Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte e Exercício
  • SBCJ – Sociedade Brasileira de Cirurgia do Joelho
  • SMBTOC – Sociedade Médica Brasileira de Tratamento por Ondas de Choque
  • SBPML – Sociedade Brasileira de Perícias Médicas e Medicina Legal
  • ESSKA – European Society of Sports Traumatology, Knee Surgery and Arthroscopy
  • ISAKOS – International Society of Arthroscopy, Knee Surgery and Orthopaedic Sports Medicine
  • ICRS – International Cartilage Repair Society
  • AAOS – American Academy of Orthopaedic Surgeons
  • ABOOM – Associação Brasileira Ortopédica de Osteometabolismo
  • ABPMR – Associação Brasileira de Pesquisa em Medicina Regenerativa
  • SBRET – Sociedade Brasileirta de Regeneração Tecidual
  • SBLMC – Sociedade Brasileira de Laser em Medicina e Cirurgia
  • ABUM – Associação Brasileira de Ultrassonografia Musculoesquelética
  • CEO do Instituto Regenius
  • Médico Ortopedista 
  • Segundo-Tenente Médico do Exército Brasileiro (R/2)
  • Ex-Professor da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP)
  • Ex-Professor da Faculdade de Ciências Médias de Minas Gerais (CMMG) – Belo Horizonte / MG
  • Ex-Professor da Faculdade de Medicina da Universidade de Brasília (UnB)
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