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Prótese Total ou Parcial de Joelho: Diferenças, Indicações e Como Escolher

Se você quer entender de forma geral quando a prótese de joelho é indicada, como funciona a cirurgia e como é a recuperação, veja nosso guia completo sobre prótese de joelho.

Aqui, vamos focar especificamente nas diferenças entre a prótese total e a parcial e em quais casos cada uma pode ser indicada.

A dor no joelho pode transformar tarefas simples — como caminhar, subir escadas ou levantar da cadeira — em um grande desafio. Em muitos casos, o problema está relacionado ao desgaste da cartilagem (artrose) ou a sequelas de lesões antigas que comprometem a mobilidade e a qualidade de vida. Quando tratamentos conservadores (medicação, infiltrações, fisioterapia, perda de peso) deixam de trazer alívio suficiente, a prótese de joelho surge como opção segura e eficaz.

Antes de detalhar os tipos de prótese e quando ela é indicada, vale reforçar um ponto importante: em muitos casos, ainda existe espaço para melhora com estratégias não cirúrgicas bem direcionadas.

Anatomia e função do joelho

O joelho é uma articulação que conecta o fêmur (coxa) à tíbia (perna) e interage com a patela (rótula). Seu bom funcionamento depende do equilíbrio entre várias estruturas:

  • Cartilagem articular: tecido liso que reveste as superfícies ósseas e permite o movimento sem atrito.
  • Meniscos (medial e lateral): “amortecedores” que distribuem a carga e protegem a cartilagem.
  • Ligamentos (cruzados e colaterais): estabilizam o joelho.
  • Compartimentos do joelho: medial (parte interna), lateral (parte externa) e patelofemoral (entre patela e fêmur).

Quando a cartilagem se desgasta, o osso fica exposto e o atrito aumenta, gerando dor, rigidez, inchaço e limitação de movimento. Deformidades do eixo da perna (como varo — “perna de arquear” — ou valgo — “perna em X”) podem acelerar o desgaste em um ou mais compartimentos. Entender quais áreas estão comprometidas é essencial para definir o melhor tratamento — inclusive o tipo de prótese, quando indicada.

O que é prótese de joelho (artroplastia)

A artroplastia de joelho é uma cirurgia que substitui as superfícies danificadas da articulação por implantes (componentes metálicos e um plástico especial chamado polietileno). O objetivo é aliviar a dor, corrigir deformidades e restaurar a função para que o paciente retome atividades do dia a dia com mais conforto e segurança.

Quando a prótese é considerada?

  • Dor e limitação persistentes, apesar de tratamento conservador adequado.
  • Artrose ou desgaste avançado em um ou mais compartimentos do joelho.
  • Impacto significativo na qualidade de vida (dificuldade para caminhar, trabalhar, praticar atividades de lazer).
  • Alinhamento do membro e estabilidade ligamentar avaliados pelo especialista, além de exames de imagem (raio-X, eventualmente ressonância).

Importante: a decisão é individualizada. O especialista analisa idade, nível de atividade, comorbidades e expectativas do paciente para definir a melhor estratégia.

Justamente por essa decisão ser individual, muitos pacientes se beneficiam de uma etapa anterior bem conduzida: um plano não cirúrgico feito sob medida, com metas claras de dor e função.

Tipos de prótese

Prótese total de joelho
Substitui as três superfícies articulares (compartimentos medial, lateral e patelofemoral). É a escolha mais comum quando o desgaste é difuso ou há deformidades importantes.

Prótese parcial de joelho (unicompartimental)
Troca apenas o compartimento danificado (geralmente o medial, às vezes o lateral ou o patelofemoral), preservando o restante da articulação e os ligamentos. Indica-se quando o desgaste é localizado, a estabilidade ligamentar está preservada e o alinhamento permite o bom funcionamento do joelho.

Comparação: Prótese Total vs Prótese Parcial de Joelho

CritérioPrótese Total de JoelhoPrótese Parcial de Joelho
Área substituídaToda a articulação do joelho (compartimentos medial, lateral e patelofemoral)Apenas a área desgastada (geralmente o compartimento medial ou lateral)
Indicação principalArtrose avançada e desgaste difuso em todo o joelhoDesgaste localizado em apenas um compartimento
Estruturas preservadasMenor preservação de estruturas naturaisPreserva ligamentos e partes saudáveis do joelho
InvasividadeCirurgia maiorCirurgia menos invasiva
Tempo de recuperaçãoGeralmente mais lentoGeralmente mais rápido
Sensação do joelhoPode parecer menos “natural” inicialmenteSensação mais próxima do joelho natural em muitos casos
Indicação por idadeMais comum em pacientes com desgaste mais avançadoMais comum quando o desgaste ainda está restrito e o joelho é estável
Correção de deformidadesCorrige deformidades mais importantes (varo/valgo acentuado)Indicada quando o alinhamento ainda está relativamente preservado
Possibilidade futuraJá trata o desgaste globalPode haver progressão da artrose em outras áreas com o tempo
Retorno às atividadesGradual e com maior cautelaRetorno mais rápido às atividades do dia a dia
Critério decisivoDesgaste generalizado + dor intensa + limitação funcionalDesgaste localizado + ligamentos preservados + bom alinhamento

Antes de escolher o tipo de prótese

A decisão entre prótese total ou parcial depende de critérios técnicos, mas antes de definir o tipo de cirurgia, é importante confirmar se a cirurgia já é realmente necessária.

Em alguns casos, ainda é possível adiar ou até evitar o procedimento com tratamento adequado. Entenda melhor quando isso é viável no artigo sobre alternativas à prótese de joelho e quando é possível evitar a cirurgia.

A escolha entre prótese total ou parcial depende de vários fatores, como o padrão de desgaste da articulação, o alinhamento do joelho, a estabilidade dos ligamentos, o nível de atividade e as expectativas do paciente.

Por isso, a decisão deve sempre ser individualizada após uma avaliação detalhada com o ortopedista especialista em joelho.

Em muitos casos, essa análise também permite identificar se ainda existe espaço para tratamento sem cirurgia antes de considerar a prótese.

Componentes e materiais (em linhas gerais)

  • Componente femoral (metal) e tibial (metal), separados por um inserto de polietileno (o “novo amortecedor”).
  • Em alguns casos, há componente para a patela.
  • Os materiais são projetados para resistência, estabilidade e deslizamento suave, buscando imitar o movimento natural do joelho.

O que o paciente pode esperar

  • Alívio expressivo da dor e melhora funcional na grande maioria dos casos.
  • Reabilitação é parte fundamental do sucesso: fisioterapia orientada, fortalecimento e treino de marcha.
  • Durabilidade do implante varia conforme fatores como peso, nível de atividade e técnica cirúrgica, mas muitos pacientes permanecem bem por vários anos.

Aviso: toda cirurgia envolve riscos (como infecção, trombose e rigidez). A avaliação pré-operatória e o acompanhamento próximo com o especialista reduzem esses riscos e ajudam a alinhar expectativas realistas.

Prótese total de joelho

A prótese total de joelho (artroplastia total) substitui as três superfícies da articulação — compartimentos medial, lateral e patelofemoral. É indicada quando o desgaste é difuso ou há deformidades importantes que comprometem o alinhamento e a função, após falha do tratamento conservador.

Como é a cirurgia (em linhas gerais)

  • Acesso e preparo ósseo: remoção das superfícies danificadas do fêmur, tíbia (e, em alguns casos, patela).
  • Implantes: componentes femoral e tibial metálicos com inserto de polietileno entre eles (o “amortecedor”); pode haver componente patelar.
  • Estabilidade e alinhamento: correção de varo/valgo e balanceamento ligamentar para favorecer movimento estável e indolor.
  • Duração/anestesia: procedimento hospitalar, com anestesia (geralmente raquidiana ou geral), equipe especializada e protocolos de segurança.

Recuperação e resultados esperados

  • Pós-operatório imediato: mobilização precoce, apoio com andador/muletas conforme orientação.
  • Fisioterapia: essencial para ganho de amplitude de movimento, força e marcha.
  • Dor e função: a maioria dos pacientes experimenta grande alívio da dor e melhora funcional significativa.
  • Atividades: retorno gradual às rotinas; recomenda-se baixo impacto (caminhada, bicicleta, natação).
  • Riscos gerais: infecção, trombose, rigidez, soltura do implante — mitigados com técnica adequada e seguimento próximo.

Vantagens e limites

Vantagens

  • Trata o desgaste global do joelho.
  • Alta taxa de alívio da dor e melhora de função.
  • Corrige deformidades e melhora o alinhamento.

Limites

  • Cirurgia maior, com recuperação mais lenta que a parcial.
  • Possível limitação para esportes de alto impacto.
  • Como qualquer implante, pode haver desgaste ao longo dos anos.

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Prótese parcial de joelho (unicompartimental)

A prótese parcial substitui apenas o compartimento doente (geralmente o medial; em alguns casos, lateral ou patelofemoral), preservando estruturas saudáveis e os ligamentos. É indicada quando o desgaste é localizado, há estabilidade ligamentar e o alinhamento permite bom funcionamento.

Como é a cirurgia

  • Acesso menor e menor ressecção óssea comparados à total.
  • Substituição das superfícies somente do compartimento acometido, mantendo o restante do joelho.
  • Preserva a cinemática mais próxima do natural, já que ligamentos e compartimentos íntegros são mantidos.

Recuperação e resultados esperados

  • Recuperação geralmente mais rápida: menos dor e inchaço iniciais.
  • Reabilitação focada: ganho de mobilidade e força com retorno precoce às atividades do dia a dia.
  • Sensação mais “natural” do joelho para muitos pacientes.
  • Riscos: semelhantes aos da artroplastia total, porém com incidência geralmente menor; atenção à progressão do desgaste nos compartimentos não substituídos.

Vantagens e limites

Vantagens

  • Menos invasiva e com retorno mais rápido.
  • Preserva mais tecido ósseo e ligamentos.
  • Sensação funcional muitas vezes mais próxima do joelho nativo.

Limites

  • Não é para todos: requer desgaste restrito a um compartimento e bom alinhamento/estabilidade.
  • Pode haver progressão da artrose em áreas não tratadas, exigindo revisão ou conversão para prótese total no futuro.

Antes de comparar prótese total e parcial, é útil entender quando vale insistir em alternativas não cirúrgicas — e quais fatores fazem essa estratégia funcionar melhor.

Tratamento não cirúrgico: quando vale tentar antes da prótese

A prótese de joelho é segura e extremamente eficaz quando o desgaste é avançado e a dor limita a vida mesmo após tentativas de tratamento conservador. Mas é importante saber que muitos pacientes têm margem real de melhora sem cirurgia, principalmente quando o objetivo é reduzir dor, recuperar função e voltar a caminhar melhor — mesmo convivendo com algum grau de artrose.

O que frequentemente muda o jogo é trocar tentativas isoladas por um plano estruturado e individualizado, que considere:

  • Qual compartimento está doente (medial, lateral, patelofemoral) e o grau do desgaste;

  • Como está o eixo da perna (varo/valgo) e a distribuição de carga no joelho;

  • Estabilidade ligamentar, força muscular e padrão de marcha;

  • Seu peso, rotina, profissão e metas (trabalho, lazer, esporte, qualidade de vida).

Em vez de “empurrar com a barriga”, a proposta do tratamento não cirúrgico bem conduzido é simples: diminuir dor e inflamação, aumentar força e controle do movimento e reduzir sobrecarga no compartimento afetado. Na prática, isso pode envolver uma combinação de estratégias como fisioterapia direcionada (força de quadríceps, glúteos e core), reeducação de marcha, ajustes de atividade, controle de peso, medicações quando necessárias e opções de infiltração/terapias intra-articulares selecionadas de acordo com o seu quadro.

O ganho aqui é duplo: além de aliviar sintomas, um bom plano conservador pode adiar a necessidade de cirurgia e, em muitos casos, permitir que o paciente retome atividades do dia a dia com muito mais conforto — com acompanhamento e revisões para ajustar a estratégia ao longo do tempo.

Se você quer buscar uma opção não cirúrgica antes de decidir por uma prótese, o melhor caminho é uma avaliação completa com o ortopedista especialista em joelho. O Dr. Otávio oferece diferentes abordagens e pode orientar, com clareza, qual delas faz mais sentido para o seu caso — e em que cenário a cirurgia realmente passa a ser a melhor escolha.

Como escolher entre prótese total ou parcial

A decisão é individualizada e feita em conjunto entre paciente e ortopedista especialista em joelho após avaliação clínica detalhada e exames de imagem.

Fatores que pesam na decisão

  • Extensão do desgaste:

     

    • Difuso → tende a indicar prótese total.
    • Localizado (um compartimento) → considerar parcial.
  • Alinhamento e estabilidade: deformidades importantes (varo/valgo) e instabilidade ligamentar favorecem total; alinhamento preservado e ligamentos íntegros favorecem parcial.
  • Idade, nível de atividade e expectativas: pacientes muito ativos podem exigir conversa franca sobre limites pós-cirúrgicos e durabilidade do implante.
  • Comorbidades e qualidade óssea: influenciam risco cirúrgico e planejamento da fixação do implante.
  • Histórico de tratamentos prévios: resposta insuficiente a medidas conservadoras reforça indicação cirúrgica.

O papel do especialista

  • Mapear o padrão de artrose (compartimentos, alinhamento, meniscos, ligamentos).
  • Explicar cenários reais de recuperação, retorno às atividades e risco de complicações.
  • Alinhar expectativas: tipo de prótese, tempo de reabilitação, limitações e metas funcionais.
  • Planejamento personalizado: seleção do implante e técnica cirúrgica mais adequados ao perfil do paciente.

Em resumo: desgaste extenso e difuso costuma indicar prótese total; desgaste focal e bem delimitado, em joelho estável e bem alinhado, pode se beneficiar da prótese parcial. A melhor escolha surge da avaliação individual e do planejamento conduzidos por um especialista.

Cuidados pré e pós-operatórios

A preparação e o pós-operatório influenciam diretamente o resultado da prótese de joelho. Antes da cirurgia, o objetivo é otimizar sua saúde, alinhar expectativas e organizar a rotina para um retorno seguro para casa. Depois, o foco passa a ser controle da dor, mobilização precoce e fisioterapia estruturada para recuperar movimento e força com segurança.

Antes da cirurgia (preparo)

Nos dias que antecedem o procedimento, o especialista revisa histórico, exames e medicações para reduzir riscos e planejar a técnica. Controlar pressão, diabetes e outras condições crônicas melhora a cicatrização e diminui complicações. Também é recomendado um período de “prehab”: exercícios leves para fortalecer quadríceps, glúteos e core, além de treinar o uso de apoio (andador/muletas) — tudo orientado pela fisioterapia.

Em paralelo, ajustes simples em casa aceleram a autonomia no retorno: retirar tapetes soltos, deixar itens de uso diário à mão e instalar apoios/antiderrapantes no banheiro. Se você fuma, interromper o tabagismo reduz risco de infecção e melhora a cicatrização. A equipe também pode orientar pausas ou trocas de medicamentos como anticoagulantes ou anti-inflamatórios, quando necessário.

Checklist útil (opcional):

  • Exames e risco cirúrgico atualizados.
  • Revisão de medicamentos com ortopedista/anestesia.
  • Prehab iniciado (força, mobilidade, marcha).
  • Casa organizada para reduzir quedas e esforços.
  • Acompanhante definido para os primeiros dias.

Depois da cirurgia (primeiras semanas)

O pós-operatório começa já no hospital, com analgesia multimodal e medidas para controlar inchaço (gelo e elevação). A mobilização costuma iniciar no mesmo dia ou no dia seguinte, de forma progressiva e segura, sempre orientada pela equipe. O objetivo inicial é recuperar a extensão do joelho, ganhar flexão gradualmente e readaptar a marcha.

Controle de dor e edema

Gelo em ciclos, elevação do membro e medicação prescrita mantêm o desconforto sob controle. A dor tende a diminuir conforme a movimentação e a fisioterapia avançam.

Mobilização e fisioterapia

  • Semanas 1–2: foco em extensão completa, flexão inicial, ativação do quadríceps e treino de marcha com apoio.
  • Semanas 3–6: ganho de amplitude, fortalecimento progressivo e equilíbrio; início de escadas conforme liberação.
  • Semanas 6–12: consolidação de força e resistência; retorno ampliado às atividades de baixo impacto (caminhada, bicicleta, natação).

Prevenção de complicações

A deambulação precoce, exercícios de panturrilha e, quando indicado, meias/anticoagulação ajudam a prevenir trombose. O curativo deve permanecer limpo e seco; qualquer sinal de vermelhidão que progride, febre, secreção ou dor desproporcional deve ser comunicado ao médico.

Retorno às atividades

Dirigir, trabalhar e praticar exercícios depende do tipo de prótese, da profissão e da evolução individual. O especialista define as liberações por etapas, alinhando metas realistas de função e segurança.

Em resumo: preparo clínico e físico antes da cirurgia + fisioterapia estruturada e mobilização precoce depois = maior chance de menos dor, melhor movimento e recuperação mais rápida

Perguntas frequentes (FAQ)

A cirurgia dói muito?
Há dor no pós-operatório, controlada com medicações e fisioterapia. O objetivo é substituir a dor crônica incapacitante por um desconforto temporário de recuperação.

Quando vou apoiar o pé e andar?
Em geral, no primeiro dia com apoio e orientação da equipe; o ritmo evolui conforme o tipo de prótese e sua resposta individual.

Vou “apitar” no detector de metais?
É possível. O ortopedista pode fornecer um cartão/relatório explicando a presença da prótese.

Após a prótese, poderei fazer exercícios?
Sim, preferencialmente baixo impacto (caminhada, bicicleta, natação). Esportes de alto impacto devem ser discutidos caso a caso.

Preciso tomar antibiótico antes de tratamento dentário?
Informe seu ortopedista e dentista. Em alguns cenários, pode haver profilaxia; a decisão é individual.

Prótese cimentada ou não cimentada — qual é melhor?
Depende de qualidade óssea, idade e outros fatores. O especialista define a melhor opção para o seu perfil.

E se eu for mais jovem ou muito ativo(a)?
É possível indicar prótese, mas há conversa franca sobre limites, desgaste do implante e expectativa de revisão no futuro.

Quais são os principais riscos?
Infecção, trombose, rigidez e soltura do implante. Protocolos de prevenção, técnica adequada e seguimento próximo reduzem esses riscos.

Conclusão

A prótese de joelho é uma opção segura e eficaz para quem convive com dor e limitação importantes. A escolha entre total e parcial depende do padrão de desgaste, alinhamento, estabilidade ligamentar e dos objetivos do paciente.

Com planejamento individualizado, preparo adequado e fisioterapia bem conduzida, a grande maioria alcança alívio da dor e melhora da função no dia a dia. Se você suspeita que pode ser candidato(a) ao procedimento ou deseja entender qual opção se ajusta melhor ao seu caso, agende uma avaliação com o ortopedista especialista em joelho, Dr. Otávio Melo.

O Autor

Dr. Otávio Melo é médico ortopedista especialista em joelho na cidade de Belo Horizonte. Com uma abordagem que integra tratamentos inovadores e tecnológicos para a saúde ortopédica, atua na prevenção e tratamento de lesões.

Buscando sempre soluções menos invasivas e focadas na recuperação completa dos pacientes, sua experiência em medicina regenerativa é um diferencial para quem busca resultados duradouros.

Curriculum Resumido

  • Medicina – Faculdade de Ciências Médicas – Belo Horizonte – MG
  • Especialização em Cirurgia do Joelho – Sociedade Brasileira de Cirurgia do Joelho
  • Pós Graduação – Dr. Lair Ribeiro
  • Mestrado em Medicina – Santa Casa de Belo Horizonte
  • Doutorado em Saúde Baseada em Evidências (Creditos) – UNIFESP 
  • Medicina Funcional Integrativa – Dr. Victor Sorrentino
  • Clínica da Dor – Hospital das Clínicas da UFMG
  • Medicina Regenerativa – UNICAMP
  • Fellowship em Cirurgia do Joelho – Hôpital de La Croix Rousse – Lyon – França
  • Residência em Ortopedia e Traumatologia – SBOT/MEC – Brasília-DF
  • Técnico em Química – Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais
  • SBOT – Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia
  • SBRATE – Sociedade Brasileira de Artroscopia e Traumatologia do Esporte
  • SBMEE – Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte e Exercício
  • SBCJ – Sociedade Brasileira de Cirurgia do Joelho
  • SMBTOC – Sociedade Médica Brasileira de Tratamento por Ondas de Choque
  • SBPML – Sociedade Brasileira de Perícias Médicas e Medicina Legal
  • ESSKA – European Society of Sports Traumatology, Knee Surgery and Arthroscopy
  • ISAKOS – International Society of Arthroscopy, Knee Surgery and Orthopaedic Sports Medicine
  • ICRS – International Cartilage Repair Society
  • AAOS – American Academy of Orthopaedic Surgeons
  • ABOOM – Associação Brasileira Ortopédica de Osteometabolismo
  • ABPMR – Associação Brasileira de Pesquisa em Medicina Regenerativa
  • SBRET – Sociedade Brasileirta de Regeneração Tecidual
  • SBLMC – Sociedade Brasileira de Laser em Medicina e Cirurgia
  • ABUM – Associação Brasileira de Ultrassonografia Musculoesquelética
  • CEO do Instituto Regenius
  • Médico Ortopedista 
  • Segundo-Tenente Médico do Exército Brasileiro (R/2)
  • Ex-Professor da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP)
  • Ex-Professor da Faculdade de Ciências Médias de Minas Gerais (CMMG) – Belo Horizonte / MG
  • Ex-Professor da Faculdade de Medicina da Universidade de Brasília (UnB)
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