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Ortopedia Regenerativa

A utilização de células-tronco ou de fatores de crescimento (clique aqui e saiba mais sobre o Plasma Rico em Plaquetas, ou PRP) são formas de tratamento de medicina regenerativa que utilizam um mecanismo de cura natural do próprio corpo para tratar várias doenças. Diversos países já regulamentaram seu uso clínico em medicina, e no Brasil ainda há limitações para sua aplicação, sendo no momento atual considerada como um "tratamento experimental" pelo Conselho Federal de Medicina.

 

As células-tronco e PRP estão sendo usadas em tratamentos regenerativos ao redor do mundo para renovar e reparar os tecidos e órgãos danificados (tanto por traumas quanto por doenças degenerativas) e mostram resultados promissores em várias doenças ortopédicas, cardiovasculares, neuromusculares e auto-imunes.

 

As células-tronco estão presentes em todos nós, atuando como um sistema de reparo para o corpo. No entanto, com o aumento da idade a quantidade e a qualidade de células tronco não são entregues na área lesada naturalmente. O objetivo da terapia com células-tronco é amplificar o sistema de reparo natural do corpo do paciente.

 

Tipos de células tronco

 

Existem dois tipos principais de células-tronco: embrionárias e adultas. As células-tronco embrionárias (ESC) são células-tronco derivadas de embriões humanos. Eles são pluripotentes, o que significa que eles têm a capacidade de se desenvolver em quase todos os vários tipos de células do corpo. 

 

À medida que o embrião se desenvolve e forma um bebê, as células tronco são distribuídas por todo o corpo e ficam armazenadas em locais específicos de cada tecido, como a medula óssea e o sangue. Quando envelhecemos, essas células são ativadas para renovar as células de tecido que morrem por estarem velhas e desgastadas. Estas são chamadas de células-tronco adultas ou células tronco somáticas. 

 

Assim como as células embrionárias, as células adultas também podem se replicar em mais de um tipo de célula, mas sua replicação é restrita a um número limitado de tipos de células.

 

Uso de células-tronco em ortopedia

 

A auto-regeneração e a capacidade diferenciadora das células embrionárias podem ser utilizadas na medicina regenerativa. Essas células tronco  podem ser derivadas de ovos coletados durante procedimentos de fertilização in-vitro, com consentimento informado do paciente. No entanto, muitas questões éticas foram levantadas sobre a utilização de células embrionárias, e seu uso não é largamente utilizado.

 

Já as células tronco adultas são mais comumente utilizadas na prática médica. Podem ser obtidas a partir da medula óssea da crista ilíaca, a partir de uma punção no próprio consultório do médico sob anestesia local; e têm a capacidade de se replicar em células que formam o sistema músculo-esquelético, como tendões, ligamentos e cartilagem articular. Eles podem também ser obtidas a partir de mini-lipoaspiração com anestesia local a partir do tecido adiposo (gordura) da lateral do abdome. 

 

Atualmente, a terapia com células-tronco é usada para tratar várias condições degenerativas como artrose do ombro, joelhos, quadris e coluna vertebral. Elas também estão sendo usados no tratamento de lesões de vários tecidos moles (como músculo, ligamentos e tendões), bem como lesões relacionadas aos ossos.

 

Quem é um bom candidato para um procedimento ?

 

Você pode ser um bom candidato para a terapia com células-tronco se você sofre de dor nas articulações e quer melhorar sua qualidade de vida, evitando complicações relacionadas a procedimentos cirúrgicos invasivos.

 

Preparando-se para o procedimento

Como é feita a preparação do plasma rico em plaquetas (PRP) ?

 

Uma pequena amostra de sangue periférico é colhida no braço do paciente, como se fosse fazer um exame de laboratório. Esse sangue é encaminhado ao laboratório, onde será centrifugado para separação entre o soro (plasma) e as hemácias (glóbulos vermelhos). É feita a separação entre essas duas porções e posteriormente ocorre uma nova centrifugação para separar o plasma pobre em plaquetas (PPP) e o plasma rico em plaquetas (PRP). O PRP pode então ser ativado por meio de reagentes químicos ou foto-ativação, para aumentar sua eficácia antes de ser aplicado no paciente.

 

As plaquetas são elementos do sangue responsáveis pela formação de coágulos e possuem diversos fatores de crescimento que, quando purificados, concentrados e aplicados nos tecidos lesados promovem a regeneração tecidual. 

 

 

Como é feita a preparação das células-tronco ?

 

O procedimento começa com o seu médico extraindo células-tronco de sua própria medula óssea - geralmente aspirada da região da bacia na crista ilíaca  - ou da gordura abdominal. O médico primeiramente irá fazer uma limpeza e anestesia local na região. Uma agulha é então introduzida no osso da pelve ou na sob a pele. O material é então aspirado usando uma seringa especial e a amostra obtida é enviada para o laboratório. No laboratório, o aspirado é centrifugado em uma máquina por 10 a 15 minutos e uma amostra concentrada de células tronco é separada.

 

 

Como é feita a aplicação da terapia regenerativa ?

 

 

O médico limpa e anestesia a área a ser tratada e, sob a orientação de raios-x ou ultrassom, injeta as células-tronco ou PRP na região doente. Pode-se ainda realizar a aplicação de células tronco e PRP pela corrente sanguínea, de maneira a permitir uma maior concentração de células tronco na circulação; nesse caso a terapia regenerativa será atraída por mecanismos quimiotáxicos para o local lesionado, onde há inflamação e consequnete maior fluxo sanguíneo. 

 

Todo o procedimento geralmente leva menos de uma hora e você pode voltar para casa no mesmo dia do procedimento.

 

Cuidados pós-operatórios

Vantagens desvantagens

 

Riscos e Complicações

 

A terapia com células-tronco é geralmente considerada um procedimento seguro com complicações mínimas, no entanto, como com qualquer procedimento médico, podem ocorrer complicações.

 

Alguns fatores de risco relacionados à terapia com células-tronco incluem infecção, uma vez que as células tronco podem ser contaminadas com bactérias, vírus ou outros agentes durante a coleta e preparação, e podem causar doenças infecciosas.

 

O procedimento para remover ou injetar as células também tem o risco de introduzir uma infecção no tecido tanto da da região coletada quando da região a ser tratada.

 

Raramente uma reação imune (rejeição) pode ocorrer a partir de células tronco adultas.

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