PRP no joelho: o que é o plasma rico em plaquetas e quando pode ser considerado

O PRP, ou plasma rico em plaquetas, é uma opção usada em algumas situações da ortopedia para auxiliar no controle da dor, da inflamação e da função articular. No joelho, costuma ser discutido principalmente em casos selecionados de artrose leve a moderada, tendinopatias e dores persistentes que não melhoraram de forma suficiente com medidas conservadoras.

Apesar de ser frequentemente associado ao termo “medicina regenerativa”, o PRP precisa ser entendido com cuidado. Ele não deve ser apresentado como uma solução definitiva para lesões no joelho, nem como garantia de regeneração da cartilagem. A resposta ao tratamento varia de acordo com o diagnóstico, o grau da lesão, a saúde geral do paciente, o preparo do material e a forma como o procedimento é indicado. Há literatura crescente sobre o uso do PRP na artrose leve a moderada do joelho, mas ainda existem dúvidas importantes sobre sua eficácia em diferentes condições.

Por isso, a indicação do PRP deve ser individualizada. Antes de considerar uma infiltração com plasma rico em plaquetas, é importante avaliar os sintomas, o exame físico, os exames de imagem, os tratamentos já realizados e as expectativas do paciente.

O que é PRP?

PRP é a sigla para plasma rico em plaquetas. O material é produzido a partir do sangue do próprio paciente. Durante o procedimento, uma pequena quantidade de sangue é coletada e processada em uma centrífuga, equipamento que separa os componentes do sangue. Depois desse processo, obtém-se uma fração do plasma com maior concentração de plaquetas, que pode ser aplicada na região indicada pelo médico.

As plaquetas são células conhecidas principalmente por sua participação na coagulação. Além disso, elas contêm fatores de crescimento e proteínas envolvidas em processos biológicos de reparo tecidual, resposta inflamatória e cicatrização. No PRP, essas plaquetas ficam mais concentradas do que em uma amostra comum de sangue. O PRP pode ter de 5 a 10 vezes mais plaquetas do que uma amostra sanguínea normal, dependendo do preparo utilizado. 

No contexto do joelho, o PRP pode ser aplicado dentro da articulação ou em estruturas específicas ao redor dela, como tendões e ligamentos, quando houver indicação. O objetivo não é simplesmente “colocar plaquetas no joelho”, mas tentar influenciar o ambiente local para reduzir sintomas e favorecer uma melhor função.

Como o PRP age no joelho?

O PRP age por meio da liberação de fatores de crescimento, proteínas e outras substâncias presentes nas plaquetas. Quando ativadas, essas plaquetas podem participar da modulação da inflamação e de respostas biológicas relacionadas ao reparo tecidual. Na osteoartrite, estudos iniciais indicam que o PRP pode ajudar no controle de dor e rigidez ao modular o ambiente articular e reduzir inflamação.

Na prática, o objetivo mais comum do PRP no joelho é melhorar sintomas, como dor, rigidez, limitação funcional e dificuldade para realizar atividades do dia a dia. Em alguns pacientes, a melhora pode ajudar na retomada gradual de exercícios, fisioterapia e fortalecimento muscular.

É importante reforçar que o PRP não deve ser visto como uma forma garantida de “criar cartilagem nova”. Embora estudos mostrem alívio de dor e rigidez em alguns casos de artrite, o PRP não leva necessariamente à regeneração de tecido ou cartilagem.

Por isso, quando o PRP é indicado, ele geralmente faz parte de um plano maior de tratamento. Esse plano pode incluir fortalecimento, fisioterapia, controle de carga, ajuste de atividades, perda de peso quando necessária e acompanhamento médico.

Em quais casos o PRP no joelho pode ser considerado?

O PRP pode ser considerado em algumas situações específicas, sempre após avaliação médica. A indicação depende do diagnóstico e do perfil do paciente.

Artrose leve a moderada do joelho

A artrose do joelho é uma das condições em que o PRP tem sido mais estudado. Ela ocorre quando há desgaste progressivo da articulação, com alterações na cartilagem, no osso subcondral, na membrana sinovial e em outras estruturas do joelho.

Em casos leves a moderados, o PRP pode ser discutido como uma opção para tentar reduzir dor e melhorar função. Há literatura mostrando eficácia do PRP no tratamento da osteoartrite leve a moderada do joelho, embora ainda existam questões em aberto sobre os diferentes tipos de PRP e sua aplicação em outros contextos.

Isso não significa que todo paciente com artrose seja candidato ao PRP. Pacientes com artrose muito avançada, desalinhamento importante da perna, perda extensa de cartilagem ou limitação mecânica significativa podem ter resposta menor ou precisar de outras abordagens.

Dor persistente após tratamento conservador

O PRP também pode ser discutido quando o paciente mantém dor no joelho mesmo após medidas iniciais bem conduzidas. Essas medidas podem incluir fisioterapia, fortalecimento, ajuste de atividades, controle de peso, medicamentos e outras infiltrações, conforme cada caso.

Nessa situação, o PRP pode ser considerado como uma tentativa de controle dos sintomas antes de tratamentos mais invasivos. Ainda assim, é importante entender que a resposta não é garantida.

Tendinopatias ao redor do joelho

O PRP também é usado em algumas lesões de tendões, como tendinopatias crônicas. No joelho, isso pode incluir situações como tendinopatia patelar ou quadricipital, dependendo do quadro clínico e dos exames. O PRP pode ser usado em lesões de tendões, ligamentos, músculos e articulações, especialmente em condições crônicas que podem demorar mais para cicatrizar.

Nesses casos, o alvo da aplicação pode não ser a articulação em si, mas uma estrutura específica ao redor do joelho. Por isso, a avaliação médica e a precisão da aplicação são importantes.

Casos em que o PRP pode não ser a melhor opção

O PRP pode ter resultado limitado ou não ser indicado em algumas situações, como:

  • artrose muito avançada;
  • deformidade importante no eixo da perna;
  • instabilidade ligamentar não tratada;
  • lesões mecânicas com bloqueio ou travamento;
  • infecção ativa;
  • alterações importantes da coagulação;
  • uso de medicamentos que aumentam risco de sangramento, conforme avaliação médica;
  • expectativa de “cura” da artrose apenas com a aplicação.

O médico pode precisar revisar medicamentos, como anticoagulantes e anti-inflamatórios, além do histórico de saúde, antes de indicar o procedimento.

Como é feita a infiltração de PRP no joelho?

A infiltração com PRP segue algumas etapas. O protocolo pode variar conforme o equipamento, o tipo de PRP preparado, a condição tratada e a conduta médica.

Em geral, o processo envolve:

  1. Avaliação médica
    O médico avalia o diagnóstico, o grau da lesão, os exames, os tratamentos já realizados e os objetivos do paciente.
  2. Coleta de sangue
    Uma pequena quantidade de sangue é retirada do próprio paciente.
  3. Processamento em centrífuga
    O sangue é colocado em uma centrífuga para separar seus componentes e concentrar as plaquetas em uma fração do plasma.
  4. Preparação do PRP
    A fração rica em plaquetas é separada e preparada para aplicação.
  5. Aplicação no joelho
    O PRP é injetado na articulação ou na estrutura indicada, como tendão ou ligamento.
  6. Orientações após o procedimento
    O paciente recebe instruções sobre repouso relativo, atividade física, medicações e sinais de alerta.

O PRP é preparado a partir de uma ou algumas amostras de sangue, processadas em centrífuga, e a aplicação pode ser guiada por ultrassom em alguns casos.

O procedimento precisa ser guiado por imagem?

Nem toda infiltração precisa obrigatoriamente ser guiada por imagem, mas o uso do ultrassom pode ajudar na precisão da aplicação. Isso é especialmente útil quando o alvo é um tendão, uma estrutura pequena ou uma região em que a precisão técnica seja mais importante.

No caso de infiltrações intra-articulares no joelho, a decisão sobre uso de imagem depende da anatomia do paciente, do objetivo da aplicação e da experiência do médico. O mais importante é que o procedimento seja feito com técnica adequada, material apropriado e indicação bem definida.

PRP no joelho dói?

A aplicação pode causar algum desconforto. O paciente pode sentir dor leve ou sensação de pressão durante a infiltração. Após o procedimento, também pode haver dor local, inchaço ou rigidez temporária.

O PRP pode causar dor e inchaço no início, já que estimula uma resposta semelhante a um processo de reparo, e esses sintomas podem durar um ou dois dias em alguns pacientes. 

Em geral, esse desconforto é temporário. Porém, é importante procurar orientação médica se houver sinais como febre, vermelhidão intensa, dor progressiva, secreção, piora importante do inchaço ou dificuldade acentuada para apoiar o pé.

Leia mmais sobre outros tipos de infiltração no joelho.

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Quanto tempo demora para o PRP fazer efeito?

O efeito do PRP costuma ser gradual. Diferente do corticoide, que pode trazer alívio mais rápido em alguns casos, o PRP geralmente é avaliado ao longo de semanas a meses.

Em estudos comparando PRP e corticoide para artrose do joelho, o corticoide pode apresentar melhor resposta inicial nas primeiras 4 a 6 semanas, enquanto o PRP costuma levar mais tempo para agir. Em muitos estudos, o PRP apresenta melhor desempenho entre 3 e 6 meses após o tratamento.

Uma forma prudente de explicar a evolução esperada é:

Período

O que pode acontecer

Primeiros dias

Dor local, inchaço leve ou desconforto temporário

2 a 6 semanas

Alguns pacientes começam a perceber melhora gradual

3 a 6 meses

Período em que muitos estudos avaliam melhora de dor e função

6 a 12 meses

Em alguns pacientes, o benefício pode se manter, mas não é garantido

Muitos pacientes com artrose do joelho tratados com PRP referem alívio por 6 a 12 meses, mas isso não deve ser interpretado como promessa de resultado para todos.

Quantas aplicações de PRP são necessárias?

Não existe um protocolo único para todos os pacientes. Alguns tratamentos usam uma aplicação. Outros podem usar duas ou três aplicações, com intervalos definidos pelo médico.

A decisão depende de fatores como:

  • diagnóstico;
  • grau da artrose ou da lesão;
  • intensidade dos sintomas;
  • resposta a tratamentos prévios;
  • tipo de PRP preparado;
  • objetivo do tratamento;
  • evolução após a primeira aplicação.

Como os protocolos variam entre estudos e serviços, é importante evitar promessas rígidas. O número de aplicações deve ser definido após avaliação individual.

PRP regenera a cartilagem do joelho?

Não é adequado afirmar que o PRP regenera a cartilagem do joelho de forma previsível. Esse é um dos pontos mais importantes para alinhar expectativas.

Em pacientes com artrose, a dor e a perda de função não dependem apenas da cartilagem. O problema pode envolver inflamação, alterações ósseas, sobrecarga, fraqueza muscular, desalinhamento, rigidez, alterações no menisco e outros fatores. Por isso, uma infiltração isolada dificilmente resolve todos os componentes do quadro.

Estudos mostram alívio de dor e rigidez em alguns casos de artrite, mas o PRP não leva à regeneração de tecido ou cartilagem.

Na prática, o PRP deve ser entendido como uma possível ferramenta para controle de sintomas e melhora funcional em pacientes bem selecionados. Ele não substitui uma estratégia completa de tratamento.

Quais são os riscos e efeitos colaterais do PRP?

Como o PRP é feito a partir do sangue do próprio paciente, o risco de rejeição ou reação alérgica tende a ser baixo. Ainda assim, isso não significa que o procedimento seja isento de riscos.

Os efeitos mais comuns incluem:

  • dor no local da aplicação;
  • inchaço temporário;
  • sensação de pressão no joelho;
  • rigidez nos primeiros dias;
  • hematoma;
  • piora transitória da dor.

Complicações como infecção, sangramento, lesão de tecidos ou irritação de estruturas próximas são raras, mas possíveis em qualquer procedimento com agulha. Os riscos associados ao PRP são mínimos, embora possa haver aumento de dor no local da aplicação, e problemas como infecção, dano tecidual e lesão nervosa parecem não ser diferentes dos riscos associados a infiltrações com corticoide.

A técnica adequada, o ambiente apropriado, o cuidado com esterilidade e a indicação correta ajudam a reduzir riscos.

Quem pode se beneficiar mais do PRP no joelho?

O PRP tende a ser mais discutido em pacientes com:

  • artrose leve a moderada;
  • dor persistente apesar de tratamento conservador;
  • boa mobilidade articular;
  • sintomas compatíveis com inflamação ou sobrecarga articular;
  • interesse em tentar controle de sintomas antes de opções mais invasivas;
  • disposição para manter fisioterapia, fortalecimento e mudanças de carga.

O PRP costuma ser mais indicado para pessoas com osteoartrite leve a moderada.

Mesmo nesses casos, a resposta pode variar. Dois pacientes com o mesmo grau de artrose podem ter resultados diferentes, porque dor no joelho depende de muitos fatores: força muscular, peso corporal, alinhamento, padrão de atividade, sono, doenças associadas e sensibilidade individual à dor.

Quando o PRP pode ter resultado limitado?

O PRP pode apresentar resultado menor em situações como:

  • artrose avançada;
  • perda extensa de cartilagem;
  • grande deformidade no eixo do joelho;
  • rigidez importante;
  • fraqueza muscular acentuada;
  • obesidade importante sem controle de carga;
  • instabilidade ligamentar;
  • lesões com travamento ou bloqueio articular;
  • expectativa de que a aplicação resolva sozinha um problema complexo.

Nesses casos, o médico pode discutir outras alternativas, como reabilitação mais estruturada, controle de peso, infiltrações diferentes, uso de órteses, procedimentos cirúrgicos ou outras estratégias, conforme o diagnóstico.

O PRP substitui fisioterapia, fortalecimento ou perda de peso?

Não. O PRP não substitui o tratamento de base para dor e artrose no joelho.

Mesmo quando a infiltração é indicada, os resultados tendem a depender de um plano mais completo. Para muitos pacientes, esse plano inclui:

  • fortalecimento de quadríceps, glúteos e musculatura posterior;
  • melhora da mobilidade;
  • controle de impacto;
  • ajuste de atividades físicas;
  • perda de peso quando indicada;
  • melhora da mecânica do movimento;
  • controle de doenças metabólicas;
  • educação sobre dor e progressão de carga.

O PRP costuma ser usado como uma terapia complementar, e não como o único tratamento.

Esse ponto é importante porque muitos pacientes procuram o PRP esperando uma solução rápida. Em boa parte dos casos, a infiltração pode ajudar no controle dos sintomas, mas a melhora sustentada depende também da reabilitação e dos hábitos que reduzem sobrecarga no joelho.

Como saber se o PRP é indicado para o meu caso?

A indicação do PRP deve ser feita após avaliação individual. O médico precisa entender de onde vem a dor, qual estrutura está comprometida e qual é o objetivo realista do tratamento.

Durante a avaliação, podem ser considerados:

  • tempo de dor;
  • localização dos sintomas;
  • presença de inchaço;
  • limitação para caminhar, agachar ou subir escadas;
  • exame físico;
  • raio-X;
  • ressonância magnética, quando necessária;
  • grau de artrose;
  • lesões associadas de menisco, ligamentos ou tendões;
  • tratamentos já realizados;
  • medicamentos em uso;
  • histórico de doenças;
  • expectativa do paciente.

O PRP pode ser uma opção em alguns casos, mas não é indicado para todos. A decisão deve ser tomada com base no diagnóstico, nas evidências disponíveis e no equilíbrio entre benefícios esperados, limitações, riscos e custos.

Considerações finais

O PRP no joelho é uma opção biológica/infiltrativa que pode ser considerada em pacientes selecionados, especialmente em quadros de artrose leve a moderada e algumas condições tendíneas. Seu principal objetivo é ajudar no controle da dor, da inflamação e da função, não prometer cura ou regeneração da cartilagem.

Os estudos sobre PRP são promissores em algumas situações, mas ainda há variação entre protocolos, tipos de preparo e perfis de pacientes. Por isso, o tratamento deve ser indicado com critério e dentro de uma estratégia mais ampla, que pode incluir fisioterapia, fortalecimento, controle de carga, ajustes de atividade e acompanhamento médico.

Para saber se o PRP faz sentido em um caso específico, o mais importante é uma avaliação individual do joelho, dos exames e dos objetivos do paciente.

Fontes utilizadas:

https://orthoinfo.aaos.org/en/treatment/platelet-rich-plasma-prp/
https://www.hss.edu/health-library/conditions-and-treatments/list/prp-injections
https://www.hopkinsmedicine.org/health/treatment-tests-and-therapies/plateletrich-plasma-prp-treatment
https://www.mayoclinic.org/medical-professionals/physical-medicine-rehabilitation/news/analyzing-the-performance-of-platelet-rich-plasma-and-bone-marrow-aspirate-concentrate-injections-for-the-treatment-of-knee-osteoarthritis/mqc-20578651
https://www.arthritis.org/health-wellness/treatment/treatment-plan/disease-management/joint-injections-for-arthritis-pain
https://my.clevelandclinic.org/health/treatments/platelet-rich-plasma-prp-injection
https://www.mayoclinic.org/diseases-conditions/knee-pain/diagnosis-treatment/drc-20350855

O Autor

Dr. Otávio Melo é médico ortopedista especialista em joelho na cidade de Belo Horizonte. Com uma abordagem que integra tratamentos inovadores e tecnológicos para a saúde ortopédica, atua na prevenção e tratamento de lesões.

Buscando sempre soluções menos invasivas e focadas na recuperação completa dos pacientes, sua experiência em medicina regenerativa é um diferencial para quem busca resultados duradouros.

Curriculum Resumido

  • Medicina – Faculdade de Ciências Médicas – Belo Horizonte – MG
  • Especialização em Cirurgia do Joelho – Sociedade Brasileira de Cirurgia do Joelho
  • Pós Graduação – Dr. Lair Ribeiro
  • Mestrado em Medicina – Santa Casa de Belo Horizonte
  • Doutorado em Saúde Baseada em Evidências (Creditos) – UNIFESP 
  • Medicina Funcional Integrativa – Dr. Victor Sorrentino
  • Clínica da Dor – Hospital das Clínicas da UFMG
  • Medicina Regenerativa – UNICAMP
  • Fellowship em Cirurgia do Joelho – Hôpital de La Croix Rousse – Lyon – França
  • Residência em Ortopedia e Traumatologia – SBOT/MEC – Brasília-DF
  • Técnico em Química – Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais
  • SBOT – Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia
  • SBRATE – Sociedade Brasileira de Artroscopia e Traumatologia do Esporte
  • SBMEE – Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte e Exercício
  • SBCJ – Sociedade Brasileira de Cirurgia do Joelho
  • SMBTOC – Sociedade Médica Brasileira de Tratamento por Ondas de Choque
  • SBPML – Sociedade Brasileira de Perícias Médicas e Medicina Legal
  • ESSKA – European Society of Sports Traumatology, Knee Surgery and Arthroscopy
  • ISAKOS – International Society of Arthroscopy, Knee Surgery and Orthopaedic Sports Medicine
  • ICRS – International Cartilage Repair Society
  • AAOS – American Academy of Orthopaedic Surgeons
  • ABOOM – Associação Brasileira Ortopédica de Osteometabolismo
  • ABPMR – Associação Brasileira de Pesquisa em Medicina Regenerativa
  • SBRET – Sociedade Brasileirta de Regeneração Tecidual
  • SBLMC – Sociedade Brasileira de Laser em Medicina e Cirurgia
  • ABUM – Associação Brasileira de Ultrassonografia Musculoesquelética
  • CEO do Instituto Regenius
  • Médico Ortopedista 
  • Segundo-Tenente Médico do Exército Brasileiro (R/2)
  • Ex-Professor da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP)
  • Ex-Professor da Faculdade de Ciências Médias de Minas Gerais (CMMG) – Belo Horizonte / MG
  • Ex-Professor da Faculdade de Medicina da Universidade de Brasília (UnB)
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